Bancários têm seu direito à greve por melhores salários assegurado por medidas judiciais cabíveis tomadas em tempo pela AJS – Cortez e Xavier Advogados Associados.

Em seu quinto dia consecutivo, a greve dos Bancários de todo o país chega a um momento de paralisação de uma imensa maioria de agências, porém, ainda sem um consenso entre trabalhadores e empregadores.
Os esforços, contudo, caminham para um acordo em torno do reajuste de 12,8% pleiteado pelos Bancários (os patrões querem reajustar 8%). Já foram realizadas cinco rodadas de negociações entre as partes.
Todas as medidas judiciais cabíveis, como liminares que asseguram aos trabalhadores o seu pleno direito à paralisação, à greve, como um instrumento legal de negociação por melhorias salariais, foram tomadas pela “AJS – Cortez e Xavier Advogados Associados”, de modo que os Bancos não pressionem os funcionários ao retorno forçado ao trabalho por coação ou ainda que haja assédio moral.

Até o momento, a 6a. Vara do Trabalho ratificou, em função de liminar expedida pela AJS um dia antes da deflagração da greve, que a paralisação é um direito dos Bancários e advertiu as instituições bancárias de que não poderá haver coação para o retorno imediato ao trabalho.

Os caixas eletrônicos permanecem em funcionamento – auxiliando o público a operar suas contas bancárias, bem como a Internet permanece sendo um meio para pagamentos de contas. As casas lotéricas aceitam os pagamentos da maior parte das contas de serviços, como água, luz e telefone, entre outros.

número de agências de bancos públicos e privados paralisadas até o momento é de mais de 7.600 em todos os estados do Brasil.

Os Bancários hoje protestaram com bom humor quanto à sua situação salarial, mostrando em bairros como o centro do Rio, um anão que representava seus salários, enquanto um gigante representava os lucros dos bancos.

A “AJS – Cortez e Xavier Advogados Associados” vai permanecer atenta às ações judiciais que possam ser impetradas em favor dos Bancários, afim de lhes garantir que possam exercer seu direito à greve por melhores salários sem punição, restrição ou assédio moral.


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